Shalom!!!
Antes de irmos aos dados reais de pesquisas, começarei mostrando um pouco de como as coisas estavam andando. Em Setembro de 2008 o G1 divulgou uma reportagem interessante, sobre o espaço que os videogames tem conquistado nas famílias. Onde relatou a experiência vivenciada pelo casal Maria Aparecida, 52 anos, e Joaquim Raimundo de Oliveira, 58 anos, que passaram a aderir um novo meio de entretenimento. Depois de conhecerem o Nintendo Wii, trazido por um filho após uma viagem, o console conquistou seu espaço e passou a reunir a família e amigos.
"Já dei um banho no pessoal aqui, mas acho que era sorte de iniciante. No começo, eu jogava melhor", conta Maria Aparecida, que adora fazer strikes virtuais.
A princípio ela reclamou dos movimentos exigidos pelos jogos, "depois que acostumei, parou de doer. E vale a pena, porque todo mundo dá muita risada, se diverte com os jogos". Seu marido até arrisca em jogos de boliche, tênis, golfe e boxe, diz ele que o videogame aproxima a todos e cria um clima de torcida. "Gosto de fazer jogadas de boliche em câmera lenta, algo que a molecada não consegue", provoca o jogador. (Eu quem o diga, participei de um campeonato de PS3 neste fim de semana com o galera, o que não faltaram foi torcida. Muito massa, todo mundo vibrando com um gol ou uma bola na trave.)

A Entertainment Software Association (ESA), principal organização de games dos EUA: os jogos virtuais não são apenas assunto de adolescentes. Números de 2007 indicam que a média de idade dos jogadores é de 33 anos. Entre os gamers, 28,2% têm menos de 18 anos, 47,6% têm entre 18 e 49 anos e 24,2% têm mais de 50. No grupo dos pais que disputam (ou dividem) o controle com os filhos, a média de idade é de 40 anos.
Apimentando um pouco mais, comparemos com dados atuais, números divulgados em maio do ano passado pela ESA, revelam outros fatos interessantes. 67% dos lares americanos possuem e jogam em consoles ou PC’s. A idade média entre os gamers subiu para 34 anos. Um dos pontos que mais chamou atenção na pesquisa foi o fato de que 40% de todos os jogadores são mulheres e mulheres com mais de 18 anos de idade são um dos demográficos a crescer mais rápido. Hoje, as mulheres adultas representam uma parcela maior da população de jogadores (33%) do que os rapazes de 17 anos ou mais jovens (20 %).

26% dos jogadores são mais de 50 anos de idade, um aumento de nove por cento em relação ao ano de 1999. Esta figura é a certeza de que haverá aumento nos próximos anos, isso com lares e centros de idosos em todo o país agora incorporando os videogames em suas atividades.
76% por cento dos pais acreditam que os controles parentais disponíveis em todos os novos consoles de videogames são úteis. Além disso, 64% dos pais consideram que os jogos são uma parte positiva da vida dos seus filhos.
Videogames com uma família tem o potencial para juntar gerações, proporciona uma experiência de tecnologias digitais para todas as idades, e desenvolve projetos sociais e habilidades tais como troca de turno, tudo em atividade descrita como ‘divertimento’".
Mary Ulicsak, Martha Wright and Sue Cranmer, Futurelab

Creio eu que esta realidade não demore muito para ser a nossa também aqui no Brasil, com as comprovações cada vez mais frequentes das pesquisas relatando a eficácia da utilização dos videogames e a sociedade cada vez mais maleável a absorção de novas tecnologias. O pior problema até então, são os impostos. =S
Os resultados da pesquisa completa poderá ser baixado AQUI, em pdf e em inglês.
E para concluir, nada como um bom humor… Até a próxima pessoal! =D
Tags: Analíse, Estatísticas, Video Game
"Já dei um banho no pessoal aqui, mas acho que era sorte de iniciante. No começo, eu jogava melhor", conta Maria Aparecida, que adora fazer strikes virtuais. 