Jogos eletrônicos – muito além da…

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Engraçado Wendell ter citado Lynn Alves em seu último post, pois o artigo que falarei sobre é de sua autoria.

Na verdade, este artigo foi o meu primeiro contato com o estudo acadêmico e científico da influência dos games.

Em meu período de calouro na universidade, precisei pesquisar algum artigo que me fosse conveniente para a apresentação de um seminário na disciplina de Prática de Ensino

A professora Lúcia Serafim nos indicou o portal EducaRede para a pesquisa. Na área de Fóruns, me deparei com um intitulado: Jogos eletrônicos, Educação e Comunicação. Me fascinei com a idéia de que já existia toda uma discussão por trás dos jogos eletrônicos, onde a própria mediadora do fórum era uma doutora formada na área. Vocês ainda podem encontrar alguns posts meus defendendo os games de Dragon Ball Z para não serem tachados como violentos pelos educadores do site.

Considerando a relevância deste tema nos dias de hoje e a constante  relação que muitos fazem entre violência e imagem, a mediadora deste Fórum convida a todos para lerem o texto “Jogos eletrônicos – muito além da violência” (abaixo) e discutir aqui as diferentes concepções de violência, como ela se manifesta e como nós educadores podemos orientar olhares críticos que vão além do senso comum.

Esta discussão é mediada por Lynn Alves, professora do Mestrado em Educação e Contemporaneidade do Departamento de Educação (DEDC) da UNEB (BA).

Em suma, “este artigo discute a relação linear que vem sendo apresentada pelos canais midiáticos de que a violência presente nos jogos eletrônicos pode ser transposta para vida real. Para avançar nessa leitura, lança mão de diferentes olhares do fenômeno e optando pela concepção da violência enquanto uma linguagem, uma forma de dizer, aponta assim, os games como espaços de catarse que podem se constituir em comunidades virtuais de aprendizagens nas quais os gamers constroem diferentes significados.

É um estudo muito completo, muito bem baseado, com inúmeros exemplos e citações dos mais variados profissionais das mais variadas áreas, desde pedagogos à psicanalistas. São 20 páginas (18 na prática) de conteúdo bem conceituado, leitura recomendada para se entender à fundo e de diferentes maneiras o poder de influência dos games no comportamento das pessoas.

Tão interessante que eu não poderia diminuir o tamanho da resenha para poder caber neste post sem que a leitura ficasse cansativa.

É por isso que só resenharei o artigo em meu próximo post, não gostaria de ter que resumi-lo demais por capricho.

Mas para os que se interessaram pelo material, podem ir adiantando a leitura: Jogos eletrônicos – muito além da violência

Desculpem, mas eu precisava falar de meu primeiro contato com os game studies antes de definitivamente postar sobre meu artigo de primeiro contato. Deu pra entender?

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