Armas não matam pessoas. Games matam?

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Hello! Gamer’s World.

Opa! Mais um artigo intrigante sobre games, publicado no GameIndustry.biz em Janeiro deste ano por Phil Elliott, que é um renomado ilustrador e artista de quadrinhos, cujo trabalho foi publicado em diversas revistas ao redor do mundo. Em defesa dos games após algumas publicações recentes, vamos agora para uma síntese do que rolou neste trabalho de Phil.

Depois da acusação de que videogames eram responsáveis por causar raquitismo em crianças – doença causada pela carência de cálcio e vitaminas D – como será que os leitores de histórias como estas devem estarem pensado sobre os games? Será que eles levam a sério estas alegações e começam a olhar com desconfiança sobre os consoles e a TV, ou será que descartaram como uma tentativa cínica de mudança?

A medida com que chegam à raiz do problema baseada em pesquisas científicas sólidas, os resultados indicam que houve um aumento nos casos de raquitismo e que as evidências apontam para o tempo que não foi gasto fora de casa. Os cientistas têm identificado causas através de pesquisas e análise de uma tendência preocupante e evidentemente divulgou as conclusões, juntamente com as especulações sobre o que poderia causar ou agravar os problemas.

A maioria das acusações parecem indicar que a razão pela qual as crianças estavam passando mais tempo dentro de casa é por causa do videogame, assim, estabelecendo que os jogos estivessem causando raquitismo nas crianças.

A sociedade tem um problema, óbvio que deve haver um causa. Porém o que tem influenciado esta sociedade? Por exemplo: Atualmente todo mundo está jogando videogame. Joãozinho está sentado na frente da TV ao invés de está brincando no parque. Opa! Encontramos o problema, que consequentemente já está embrulhado para presente! Você pode substituir este problema de raquitismo por qualquer um deste males que assola a sociedade moderna, seja obesidade, seja violência, o argumento será praticamente o mesmo.

Isso é relativamente simples, onde o envolvimento com videogames pode causar todos esses problemas. Se estiverem jogando o tempo todo, provavelmente não estão recebendo vitaminas D suficientes. Se estiverem jogando jogos sedentários todo tempo sem fazer exercício e comendo alimentos inadequados, vão ficar acima do peso. Se estiverem acessando conteúdo nominal, com nenhuma capacidade de contextualização com o que estão vendo ou fazendo, eles podem ser influenciados pela violência na tela. Todas estas coisas são óbvias, as conclusões são simples, porém o videogame não é o único fator, ou mesmo o mais importante. Os pais e a sociedade enfrentam a maior dificuldade, porque ninguém sabe como consertar.

Na realidade não há como o governo fazer nada prático a respeito disto a não ser incentivar os pais a educarem-se de forma mais completa sobre os riscos e perigos, porém não se pode melhorar os pais de uma dia para o outro.

A indústria já luta contra problemas como a obesidade de algumas maneiras, tais como o Wii Fit. Obviamente não é uma solução, mas pode fazer parte de uma, enquanto um maior enfoque sobre classificações por idade e a restrição do conteúdo adulto como o sistema PEGI futuro é uma tentativa de limitar o acesso inadequado para crianças. As pessoas vão parar de comprar videogames por causa do raquitismo? Não, mas alguns pais podem pensar um pouco mais seriamente sobre o balanceamento de estilos de vida de seus filhos.

Sistema PEGI

Em miúdos, a indústria precisa perder o seu complexo de perseguição e a sua mentalidade de que às vezes só precisa levá-la no queixo. O negócio de games tem crescido além do reconhecimento nos últimos 20 anos, e com os bons tempos virão também os maus. Enquanto a indústria continua a melhorar as suas mensagens sobre as questões que são realmente importantes, vai continuar a reforçar o seu argumento de que os videogames são uma expressão cultural e criativa e, finalmente, vamos nos sentar na paridade, na mente da sociedade, com outros meios de comunicação social estabelecidos.

Para ver o artigo completo acesse GameIndustry.biz

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Uma resposta to “Armas não matam pessoas. Games matam?”

  1. Suellayne Says:

    Bem interessantee isso!

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