Afinal, videogames ajudam ou atrapalham?

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Shalom!

Sempre ele… Sempre este questionamento. E aê, ajudam ou atrapalham? É bom ser realista, para mim nem sempre ajudou (apanhei muito por causa dele), mas só estou escrevendo aqui hoje porque tenho uma longa história para contar. Entretanto para quem não entende a complexidade tecnológica de Megaman, a extraordinária cabeçada do Super Mario, o fascínio envolvente de Top Gear ou até mesmo o deslumbrante universo de Donkey Kong reinado por um… isso mesmo, um jacaré (O Rei Leão é outro jogo), restam apenas estas indagações sem pé nem cabeça de “velhos” pesquisadores desprovidos de infância. Voltando ao que interessa, vamos ao post!

Em uma pesquisa recente da Universidade Denison (EUA) os resultados mostraram que quem possuir um videogame em casa pode atrasar o rendimento escolar de algumas crianças, sugerindo que os videogames estão substituindo as lições de casa e impedindo que desenvolvam leitura e escrita. (Observem a insegurança nas palavras “algumas” e “sugerindo”, eu quero ver o cara jogar sem ler, realmente o cara não precisa estudar). Bom, a pesquisa foi desenrolada com famílias que tinham meninos entre 6 e 9 anos, que não tinha videogame em casa, mas os pais planejavam comprar. As crianças participaram de testes de inteligência e avaliações de leitura e escrita, e os pais preencheram questionários sobre o comportamento dos filhos em casa e na escola.

Metade das famílias receberam um console na hora (O mesmo que colocar alpiste em uma gaiola com um pardal faminto) e as outras ficaram na promessa de receber ao término do experimento. A pesquisa durou curtos 4 meses (Pra quem tem um novo console isso é muito pouco para abusar), os resultados mostraram que os garotos que receberam de cara os consoles dedicaram mais o seu tempo ao aparelho do que as lições de casa, diferente dos que receberam no final do experimento. O estudos mostraram que houveram quedas no rendimento dos garotos que receberam primeiro em relação aos outros (Zerar na prova é menos importante do que zerar o jogo). Apesar de não haver diferença no comportamento relatado pelos pais por ambos os grupos, os garotos que receberam os aparelhos no começo tiveram problemas relatados pelos professores (Óbivo! Virou comentário na escola). Os pesquisadores afirmam que os problemas de desenvolvimentos futuros de habilidades avançadas de leitura e escrita dar-se-á pelos problemas de linguagem muito cedo.

“É necessário criar-se um entendimento fundamental: como tudo o mais na vida; a diferença entre remédio e veneno é a dose. A diferença entre os videogames se transformarem em algo benéfico ou maléfico para seus filhos reside na frequência e na quantidade de horas que eles jogam.”

Em uma matéria no site Saúde e Beleza a redatora afirma que quanto mais estudos se realizam buscando provar os efeitos negativos; menos repostas nesse sentido eles encontram. É notável a diferença de uma criança “Nativo Digital” para outra nascidas outrora, pois as de hoje já estão imersas em um mundo de conceitos tecnológicos. Por outro lado a mesma redatora alerta que imaginar que uma criança sairá matando ou atropelando pessoas nas ruas, simplesmente porque acabou de jogar um vídeo game violento é uma infantilidade e que não devemos ignorar os fatos ocorridos pois as razões estão mais para problemas mentais preexistentes do que propriamente os videogames. Porém estas pesquisas demonstram o inverso, “crianças acostumadas a jogar vídeo games mostraram-se mais atentas, com melhor coordenação motora, melhores reflexos e mais rapidez de raciocínio; obtendo claras vantagens em relação àquelas que não faziam uso dos jogos. Algumas crianças chegam a interessar-se por temas acadêmicos complexos ou pelo estudo de línguas estrangeiras graças às influências dos vídeo games.” (Como é o nosso caso… kkkkk).

Leia a matéria completa, acesse noticias.r7.com

Leia também em www.saudebeleza.org

Bom pessoal, por esta semana é só! Sábado nosso amigo Magno estará devolta com mais um post aqui no Console Acadêmico… E para finalizar nada como uma boa charge… Vlw!

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2 Respostas to “Afinal, videogames ajudam ou atrapalham?”

  1. Jonatah Romero Says:

    Rapaz, achei extremamente interessante, AMO VideoGames, Jogos eletrônicos é demais :D!

  2. carlos veimer Says:

    muito bom artigo

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