– Videogames: Mais que entretenimento – Publicação no COBESC

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Após um longo tempo, estamos voltando as atividades… Pedir novamente desculpas pelo tempo inativo e agradecer pela compreensão de todos. Fim de período na Universidade, fim de cursos extra-curriculares e outras atividades são as principais responsáveis pela falta, porém não justificando o abandono. Enfim, nasce um dos meus primeiros frutos após o início do Console Acadêmico, intitulado “Videogames: Mais que entretenimento”, abaixo segue o resumo do trabalho e o link para download do trabalho completo em PDF, publicado no II COBESC, ocorrido dentre os dias 14 a 17 de Junho de 2010 na Universidade Federal da Campina Grande – UFCG, Paraíba.

RESUMO

No início da década de 70, o surgimento de um novo sistema de entretenimento traria consigo um conjunto de polêmicas munidas de violência e sensualidade. A princípio esta nova máquina era apenas um passatempo de um laboratório, porém, com o avanço tecnológico isto deixou de ser um singelo divertimento particular.

A concepção de um novo conceito digital em imagens e som e a inovação em inteligência artificial foram os enfoques do desenvolvimento desta máquina que passou a ser chamada de videogame.  O crescimento da popularidade dos videogames foi significativo após sua divulgação, mesmo sendo considerado por muitos um mal que promovia o sedentarismo. Mais tarde, também acusado de incentivar a violência, vários títulos passaram a ser proibidos em diversos países.

No entanto, havia quem acreditasse que os videogames poderiam trazer reformas nas metodologias educacionais. Ao final da década de 90 e início do ano 2000 os videogames chegaram ao auge e com a sociedade imersa em tecnologia, pesquisas e estudos eram necessários para conhecer um pouco mais desta máquina que estava cada vez mais no cotidiano das pessoas. O fascínio que os videogames tinham principalmente, sobre as crianças e jovens era suficiente para tirarem a atenção e foco das aulas, as metodologias utilizadas no ensino há décadas atrás não possuíam o mesmo efeito sobre as novas gerações, logo era fundamental a criação de novos métodos de ensino.

A incorporação dos videogames à educação foi algo inevitável, e assim, criação de títulos educacionais não pararam de surgir, mas, no tocante ao processo de incorporação ao ensino e aprendizagem, algumas indagações continuam em busca de respostas e ações cotidianas: Como e quando interligar os conteúdos dos videogames aos de sala de aula? O que há de bom nos videogames que favoreça de fato a aprendizagem? É necessário, viabilizar vivências de mediação para aprofundar as relações de ensino e aprendizagem neste campo, creditando-se na idéia de que ensinar supera em muito a transmissão de um saber abstrato.

Segue o artigo completo em PDF como prometido. Videogames: mais do que entretenimento

Valeu pessoal, até a próxima!

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2 Respostas to “– Videogames: Mais que entretenimento – Publicação no COBESC”

  1. Vanessa Portugal Says:

    Nossa..Parabéns..Muito Bom!

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