Videogames = Analgésico, é o que diz estudo

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Intrigante não!? Bom, é o que diz uma nova pesquisa. Publicado na Science 2.0 em maio deste ano, estudo revela que os videogames é uma forma EFICAZ de reduzir a ansiedade e dor crônica, principalmente em estágios pós-operatórios. Os médicos apontam os videogames como mais uma alternativa nos tratamentos para diminuir a dor de seus pacientes. (E minha mãe não acredita, que quando estou com dor de cabeça vou jogar videogame para passar. ¬¬’)


"A realidade virtual produz um efeito de modulação que é endógeno, de modo a influência de analgésicos não é simplesmente um resultado de distração, mas também pode afetar o modo como o cérebro responde a estímulos dolorosos… O foco não é desenhado para o jogo a dor ou o procedimento médico, enquanto que a experiência de realidade virtual envolve visual e outros sentidos.", disse Jeffrey I. Gold, Ph.D., professor adjunto de Anestesiologia e pediatria.

Os estudos que medem os benefícios de uma gestão virtual da realidade da dor, portanto, empregaram estímulos de dor experimental, tais como dor térmica e testes de pressão a frio. O estudo foi testado em crianças e pré-adolescentes que mostraram um resultado promissor em aumentar a tolerância a dor. Lynnda Dahlquist

"Com significativo potencial para futuras aplicações clínicas técnicas mais eficazes de redução da dor para a juventude, como dor crônica e aguda. Entretanto, mais estudos são necessários para saber ao certo se há real aplicação no mundo VRD (Distração da Realidade Virtual) em tais procedimentos que geram dor como limpeza de feridas, tratamento de câncer, vacinação, injeções e cuidados com queimaduras. " M. Lynnda Dahlquist, Ph.D., psicóloga clínica infantil e professora de psicologia na Universidade de Maryland.

Crianças interagindo com este ambiente, demonstraram uma melhoria pequena na tolerância a dor durante a exposição estimulada por gelo e água fria, mas os pesquisadores registraram tolerância à dor significativamente maior para as crianças equipadas com capacetes especiais de vídeo. Para crianças de 6 a 10 anos, o capacete de interação virtual não obteve muito sucesso, porém com crianças maiores de 10 anos, a tolerância foi muito maior, levando a um estudo mais aprofundado para determinar que aspecto ou aspectos do desenvolvimento cognitivo e função neurológica é levado em conta para essa diferença entre os jovens.

A Dr. Dahlquist resumiu que em pouco mais de 15 anos trabalhando com crianças com doenças crônicas e agudas, ela depositava a esperança de que a interação com a realidade virtual pudesse aliviar as tensões antes e durante a experiência dolorosa.

Para ler o artigo original acesse http://www.science20.com

Valeu pessoal! Até a próxima… para variar um pouco, lá vai mais uma tirinha. =D

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2 Respostas to “Videogames = Analgésico, é o que diz estudo”

  1. Vanessa Portugal Says:

    Hum..ta vendo como tudo tem seus 2 lados..isso é muito interessante..mas esses resultados independem do tipo de jogo utilizado?

    • Wendell Costa Says:

      Bem… Quase que tudo na vida depende de algo para coexistir. Com isso também não é diferente, existem pessoas que possuem uma certa resitência para interagir com mundos virtuais mesmo com capacetes especiais em 3D, porém há quem com um simples mini-game se desligue do mundo real. O mesmo ocorrem com os games violentos, citados no post anterior, onde pessoas com certos tipos de personalidades são praticamente imunes aos falsos positivos dos games.
      É isso ai! =D

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