Posts Tagged ‘Comportamento’

Videogame pode melhorar convívio social

15/01/2011

What’s up!

É isso mesmo. É o que mostra uma pesquisa realizada em 2008 pelo Instituto Pew, Estados Unidos. Sugerindo que os videogames ajudam a melhorar a vida social dos adolescentes, onde (quase) todo mundo vê os gamers como apenas indivíduos solitários e anti-sociais. Para o levantamento de dados, foram sondados 1,1 mil adolescentes dos E.U.A de todas as camadas sociais, entre 12 e 17 anos, revelando que 99% dos meninos e 94% das meninas jogam algum tipo de Videogame, quer seja console ou PC.

“Para a maioria dos adolescentes, os jogos são uma atividade social e um componente importante de suas experiências sociais”, diz o relatório.

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Estudo revela que Games violentos podem ser inofensivos para a maioria das crianças

08/07/2010

 

Conforme alguns críticos cientistas, os videogames ajudam a intensificar a agressividade e hostilidade de algumas pessoas, particularmente aqueles que são menos agradáveis, menos consciente e facilmente irritáveis. Mas também podem promover aperfeiçoamento de algumas habilidades e capacidades.

Em Junho deste ano em uma edição especial da revista Review of General Psychology, publicada pela American Psychological Association, onde os pesquisadores observaram os vários outros estudos sobre games, como uma forma de melhorar o visual, outro de melhorar habilidades, outro de efeitos negativos de jogos violentos em algumas pessoas.

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Afinal, videogames ajudam ou atrapalham?

29/04/2010

Shalom!

Sempre ele… Sempre este questionamento. E aê, ajudam ou atrapalham? É bom ser realista, para mim nem sempre ajudou (apanhei muito por causa dele), mas só estou escrevendo aqui hoje porque tenho uma longa história para contar. Entretanto para quem não entende a complexidade tecnológica de Megaman, a extraordinária cabeçada do Super Mario, o fascínio envolvente de Top Gear ou até mesmo o deslumbrante universo de Donkey Kong reinado por um… isso mesmo, um jacaré (O Rei Leão é outro jogo), restam apenas estas indagações sem pé nem cabeça de “velhos” pesquisadores desprovidos de infância. Voltando ao que interessa, vamos ao post!

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Armas não matam pessoas. Games matam?

01/03/2010

Hello! Gamer’s World.

Opa! Mais um artigo intrigante sobre games, publicado no GameIndustry.biz em Janeiro deste ano por Phil Elliott, que é um renomado ilustrador e artista de quadrinhos, cujo trabalho foi publicado em diversas revistas ao redor do mundo. Em defesa dos games após algumas publicações recentes, vamos agora para uma síntese do que rolou neste trabalho de Phil.

Depois da acusação de que videogames eram responsáveis por causar raquitismo em crianças – doença causada pela carência de cálcio e vitaminas D – como será que os leitores de histórias como estas devem estarem pensado sobre os games? Será que eles levam a sério estas alegações e começam a olhar com desconfiança sobre os consoles e a TV, ou será que descartaram como uma tentativa cínica de mudança?

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Alguns jogos de vídeo game podem promover maior disposição para ajudar o próximo

05/02/2010

Mais uma pesquisa realizada sobre o comportamento de “gamers” em meio a sociedade, só que desta vez traz algo diferente. Publicada na edição de Junho de 2009 da Personality and Social Psychology Bulletin, de co-autoria de um consórcio de pesquisadores dos EUA, Japão, Singapura e Malásia. O artigo nos traz resultados de três estudos diferentes, em diferentes países, diferentes faixas etárias e abordagens científicas diferentes. Cujo objetivo é descobrir que jogando jogos pró-social faz como que os jogadores sejam mais úteis para os outros depois do fim do jogo.

Douglas A. Gentile, Ph.D. Home“Dezenas de estudos documentaram uma relação entre  jogos violentos e comportamento agressivo, mas este é um dos primeiros que documentou os efeitos positivos dos jogos pró-social”,

Douglas Gentile, autor e condutor da pesquisa, psicólogo da Universidade Estadual do Iowa

“Esses estudos mostram o mesmo tipo de impacto em três  diferentes faixas etárias a partir de três culturas muito diferentes, além disso, os estudos utilizam diferentes abordagens analíticas-correlacionais, longitudinais e experimentais. A triangulação resultante de provas fornece a prova mais forte possível que os resultados são válidos e generalizáveis” disse Brad Bushman, da Universidade de Michigan, co-autor do relatório.

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